Abiótico: é o
componente não vivo do meio ambiente. Inclui as condições físicas e químicas do meio.
Aceiro: prática utilizada por bombeiros e agricultores no combate e prevenção de
incêndios florestais. Consiste numa faixa de terra aberta em volta da área que está
sendo queimada ou que se quer proteger, mantida livre de vegetação, com capina ou poda,
a qual impede a invação do fogo.
Adubo verde: vegetal incorporado ao solo com a finalidade de adicionar matéria orgânica
que vai se tranformar, parcilmente, em húmus, bem como em nutrientes para a planta. Os
adubos verdes podem consistir de ervas, gramíneas, leguminosas, etc.
Aeróbico: ser ou organismo que vive, cresce ou metaboliza apenas em presença do
oxigênio.
Antrópico: resultado das atividades humanas no meio ambiente.
Área de Proteção Ambiental (APA): categoria de unidade de conservação cujo objetivo
é conservar a diversidade de ambientes, de espécies, de processos naturais e do
patrimônio natural, visando a melhoria da qualidade de vida, através da manutenção das
atividades sócio-econômicas da região. Esta proposta deve envolver, necessariamente, um
trabalho de gestão integrada com participação do Poder Público e dos diversos setores
da comunidade. Pública ou privada, é determinda por decreto federal, estadual ou
municipal, para que nela seja discriminado o uso do solo e evitada a degradação dos
ecossistemas sob interferência humana.
Área de Relevante Interesse Ecológico (ARIE): é declarada por ato do Poder Público e
possui características extraordinárias ou abriga exemplares raros da biota regional,
com, preferencialmente, superfície inferior a cinco mil hectares.
Arrasto: atividade de pesca em que a rede é lançada e o barco permanece em movimento. É
uma prática considerada predatória quando a malha das redes é pequena, fora dos
padrões fixados pelo IBAMA, pois nestes casos há captura de peixes e outros organismos
aquáticos jovens. Outro prejuízo causado pelo arrasto é o revolvimento do fundo do mar,
o que prejudica sensivelmente o ambiente e a fauna bentônica (que vive no fundo).
Assoreamento: Pprocesso em que lagos, rios, baías e estuários vão sendo aterrados pelos
solos e outros sedimentos neles depositados pelas águas das enxurradas, ou por outros
processos.
Aterro controlado: aterro para lixo residencial urbano, onde os resíduos são depositados
recebendo depois uma camada de terra por cima. Na impossibilidade de se proceder a
reciclagem do lixo, pela compostagem acelerada ou pela compostagem a céu aberto, as
normas sanitárias e ambientais recomendam a adoção de aterro sanitário e não do
controlado.
Aterro sanitário: aterro para lixo residencial urbano com pré-requisitos de ordem
sanitária e ambiental. Deve ser construído de acordo com técnicas definidas, como:
impermeabilização do solo para que o chorume não atinja os lençóis freáticos,
contaminando as águas; sistema de drenagem para chorume, que deve ser retirado do aterro
sanitário e depositado em lagoa próxima que tenha essa finalidade específica, vedada ao
público; sistema de drenagem de tubos para os gases, principalmente o gás carbônico, o
gás metano e o gás sulfídrico, pois, se isso não for feito, o terreno fica sujeito a
explosões e deslizamentos.
Autótrofos: seres vivos, como as plantas, que produzem seus próprios alimentos à custa
de energia solar, do CO2 do ar e da água do solo. Palavra originada do grego autos =
próprio + trophos = nutrir.
Avifauna: conjunto das espécies de aves que vivem numa determinada região.
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