Cabeceiras: lugar onde
nasce um curso d´água.
Cadeia alimentar: é a transferência da energia alimentar que existe no ambiente natural,
numa sequência na qual alguns organismos consomem e outros são consumidores. Essas
cadeias são responsáveis pelo equilíbrio natural das comunidades e o seu rompimento
pode trazíbrio natural das comunidades e o seu rompimento pode trazer consequências
drásticas, como é o caso quando da eliminação de predadores de insetos. Estes podem
proliferar rapidamente e transformar-se em pragas nocivas à economia humana. A cadeia
alimentar é formada por diferentes níveis tróficos (trophe = nutrição). A energia
necess 'ria ao funcionamento dos ecossistemas é proveniente do sol e é captada pelos
organismos clorofilados (autótrofos) , que por produzirem alimento são chamados
produtores (1º nível trófico). Estes servem de alimento aos consumidores primários
(2º nível trófico ou herbívoros), que servem de alimento aos consumidores secundários
(3º nível trófico) que servem de alimento aos consumidores terciários (4º nível
trófico) e assim sucessivamente Todos os organismos ao morrerem, sofrem a ação dos
saprófagos (sapros = morto, em decomposição; phagos = devorador), que constituem o
nível trófico dos decompositores.
Camada de ozônio: camada de gás o3, situada a 30 ou 40 km de altura, atua como um
verdadeiro escudo de proteção, filtrando os raios ultravioleta emitidos pelo sol. Gases
nitrogenados emitidos por aviões e automóveis, assim como o CFC (clorofluorcarbono) têm
efeito destrutivo sobre a camada de ozônio. O preço desta destruição é o aumento da
radiação ultravioleta, o que provoca uma maior taxa de mutações nos seres vivos,
acarretando, por exemplo, maior incidência de câncer no homem. Além disso é muito
provável a ocorrência de distúrbios na formação de proteínas vegetais, com
comprometimento do crescimento das plantas e a redução das safras agrícolas.Admite-se
que o clima sofra transformações, principalmente com o aquecimento da superfície do
planeta.
Canibalismo variante do predatismo, em que o indivíduo mata e come o outro da mesma
espécie.
Carcinogênicos : substâncias químicas que causam câncer ou que promovem o crescimento
de tumores iniciados anteriormente por outras substâncias. Há casos em que o câncer
aparece nos filhos de mães expostas a estas substâncias. Algumas substâncias são
carcinogênicas a baixos níveis, como a dioxina, e outras reagem com mais vigor. A
maioria das substâncias carcinogênicas é também mutagênica e teratogênica..
Césio 137: - trata-se de um elemento químico que se caracteriza como um pó azul
brilhante, altamente radiativo, que provoca queimaduras, vômitos e diarréia até a
morte. Cientificamente, o césio 137 é um radioisótopo usado no tratamento do câncer e
em processos industriais como fonte de calibração de instrumentos e de medição de
radiatividade. O organismo humano necessita de 110 dias para eliminá-lo. Atualmente é
substituído pelo cobalto. O césio 137 tornou-se famoso no Brasil a partir do ocorrido em
Goiânia-GO, em setembro de 1987: um homem acha um cilindro de ferro e chumbo e o vende a
um ferro velho, onde é quebrado. Dentro está uma cápsula de césio, a qual é
imediatamente liberada. Em decorrência, 22 pessoas morrem e mais uma centena fica
aleijada. O lixo altamente tóxico desse acidente foi colocado em barris lacrados a céu
aberto no estado de Goiás.
Chorume: resíduo líquido proveniente de resíduos sólidos (lixo), particularmente
quando dispostos no solo, como por exemplo, nos aterros sanitários. Resulta
principalmente de água de chuva que se infiltra e da decomposição biológica da parte
orgânica dos resíduos sólidos. É altamente poluidor.
Chuva ácida: precipitação de água sob a forma de chuva, neve ou vapos, tornada ácida
por resíduos gasosos proveniente, principalmente, da queima de carvão e derivados de
petróleo ou de gases de núcleos industriais poluidores. As precipitações ácidas podem
causar desequilíbrio ambiental quando penetram nos lagos, rios e florestas e são capazes
de destruir a vida aquática.
Clímax: complexo de formações vegetais mais ou menos estáveis durante longo tempo, em
condições de evolução natural. Diz-se que está em equilíbrio quando as alterações
que apresenta não implicam em rupturas importantes no esquema de distribuição de
energia e materiais entre seus componentes vivos. Pode ser também a última comunidade
biológica em que termina a sucessão ecológica, isto é, a comunidade estável, que não
sofre mais mudanças dericionais.
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